segunda-feira, 29 de setembro de 2014

CIENTISTA MINEIRA FOTOGRAFA ENTRELAÇAMENTO QUANTICO.

Interessante experimento de pesquisadora mineira, mostra através de fotografia quântica a interação entre partículas e parece confirmar a teoria da comunicação entre elas à distância. A matéria foi publicada no site www.piramidal.net, (http://piramidal.net/2014/09/24/cientista-mineira-revoluciona-fisica-com-fotografia-quantica/) , assinada por Raquel Sodré.  A descoberta pode abrir portas em muitas áreas da ciência, como na biologia e medicina, na  área de exames, por exemplo. 
Vale conferir a matéria, como publicada.
Técnica poderá ser novo horizonte para exames e ciências biológicas no geral
 

Raquel Sodré
Tudo o que enxergamos é o reflexo da luz sobre os corpos. Quando você tira uma fotografia, o que a lente da sua câmera capta é esse mesmo reflexo. Assim, pelos princípios básicos da óptica – parte da física que trata da luz e dos fenômenos da visão –, se não há luz, não há imagem. Mas a descoberta de uma pesquisadora mineira veio para virar esse conceito de cabeça para baixo.
Gabriela Barreto Lemos, 32, pós-doutoranda do Instituto de Óptica Quântica e Informação Quântica de Viena, na Áustria, conseguiu fazer uma foto não a partir da iluminação de um corpo, mas de um tipo de “telepatia” entre fótons – partículas minúsculas e elementares que formam a luz. Assim como a matéria é formada pelos átomos, um feixe de luz é formado por fótons.
Nessa técnica de fotografia quântica, a cientista e sua equipe dispararam um feixe de laser verde para um cristal, que aniquila um fóton verde do laser e, no lugar dele, cria dois fótons gêmeos, um vermelho e outro infravermelho. “É como se fosse um gêmeo gordo e um magro”, explica ela. O fóton infravermelho é enviado em uma trajetória e atravessa uma placa de silício com a imagem de um gato. Já o fóton vermelho segue um caminho diferente: é refletido em um espelho e enviado para uma câmera fotográfica .
Para surpresa geral – até do famoso físico Albert Einstein, se estivesse vivo –, a câmera registrou a imagem do gato. “É como se eu iluminasse um objeto em um quarto e a imagem aparecesse em uma câmera que está em outro quarto diferente”, compara Gabriela em entrevista à reportagem de O TEMPO.
O experimento demonstrou o chamado “entrelaçamento quântico” – fenômeno pelo qual duas partículas podem estar interconectadas de forma a uma “sentir” o que acontece com a outra, mesmo que elas estejam separadas. “Se considerarmos dois irmãos gêmeos, é como se um deles tivesse uma dor de barriga e o outro sentisse a dor, mesmo sem estar passando mal”, explica a cientista.
Aplicação. Ainda que pareça coisa de ficção científica, o experimento de Gabriela pode ter aplicações práticas muito próximas da vida de qualquer um. “O que andamos conversando e discutindo são aplicações na área da biologia. Uma amostra sensível, por exemplo, poderia ser iluminada por um fóton de energia mais baixa e a imagem poderia ser produzida por seu gêmeo de energia mais alta”. Isso poderia abrir novos horizontes para uma série de exames, para citar um uso possível.
Novos passos
Pesquisa. Gabriela agora pretende testar seu sistema em modelos vivos. Se tudo der certo, em breve ela poderá fazer uma fotografia quântica de um gato de verdade.
Para estudiosa, falta dinheiro para pesquisas no Brasil
A pesquisadora Gabriela Barreto Lemos afirma que pretende voltar para o Brasil, mas ainda não tem certeza. “O problema no Brasil é que o dinheiro para pesquisas é muito mais difícil. Conhecimento, bons pesquisadores e professores há, mas o dinheiro disponível é muito menor”, critica.
Essa restrição financeira, segundo ela, compromete os resultados. “Poderíamos fazer muito mais se pudéssemos comprar equipamentos”.
Ela ainda defende que o país deveria investir em intercâmbios entre cientistas brasileiros e estrangeiros. “Muitas vezes, trabalhos de alta qualidade do Brasil têm menos visibilidade do que um da Áustria. Precisamos ter mais colaborações internacionais e trazer mais instituições estrangeiras para ver o que está sendo feito no Brasil”, sugere.


GRAVADO O SOM DO ÁTOMO.

Matéria publicada na página http://www.inovacaotecnologica.com.br, traz informações sobre o instigante estudo que mostra a capacidade de grupos de átomos responderem a uma determinada frequência de som.. Conforme o estudo, "De acordo com a teoria, o som do átomo é dividido em partículas quânticas," explica Martin Gustafsson, principal autor do trabalho. "Essa partícula é o som mais fraco que pode ser detectado. 
Acompanhe todo  o tema conforme publicado, abaixo: 

SOM DO ÁTOMO É GRAVADO PELA PRIMEIRA VEZ

O átomo artificial gera ondas sonoras formadas por vibrações na superfície de um sólido (direita). Essa onda acústica superficial é recebida à esquerda por um "microfone" formado por hastes metálicas entrelaçadas. [Imagem: Philip Krantz/Krantz NanoArt]
 

 Interação com átomos por som
Pesquisadores suecos conseguiram pela primeira vez estabelecer comunicação com um átomo artificial por meio de ondas sonoras.
Eles "falaram" com o átomo, enviando-lhe ondas sonoras, e "ouviram" sua resposta, igualmente em ondas de som.
Isto permite demonstrar e controlar fenômenos da física quântica com o som assumindo o papel até agora desempenhado pela luz, de forma semelhante ao feito recentemente com a criação de um laser de som.
"De acordo com a teoria, o som do átomo é dividido em partículas quânticas," explica Martin Gustafsson, principal autor do trabalho. "Essa partícula é o som mais fraco que pode ser detectado."
A interação entre os átomos e a luz é bem conhecida e tem sido extensivamente estudada no campo da fotônica  e da computação quântica. Agora os cientistas querem fazer o mesmo com o som.
"Nós abrimos uma nova porta para o mundo quântico, conversando com os átomos e ouvindo-os," disse Per Delsing, da Universidade de Tecnologia Chalmers e membro da equipe. "Nosso objetivo a longo prazo é aproveitar a física quântica para que possamos nos beneficiar de suas leis, por exemplo, em computadores extremamente rápidos."
Som quântico
Como o som move-se muito mais lentamente do que a luz, o átomo acústico abre possibilidades completamente novas para controlar fenômenos quânticos.
"Devido à baixa velocidade do som, teremos tempo para controlar as partículas quânticas enquanto elas viajam", disse Gustafsson. "Isto é difícil de conseguir com a luz, que se desloca 100.000 vezes mais rapidamente."
A baixa velocidade do som implica que ele tem um comprimento de onda mais curto do que o da luz. Um átomo que interage com as ondas de luz é sempre muito menor do que o comprimento de onda dessa luz.
Microfotografia do átomo artificial, que está integrado em um sensor supercondutor do tipo SQUID, que dá ao átomo suas propriedades quânticas. As hastes à esquerda fazem o acoplamento do átomo artificial com as ondas sonoras. [Imagem: Martin Gustafsson/Maria Ekstrom]

Microfotografia do átomo artificial, que está integrado em um sensor supercondutor do tipo SQUID, que dá ao átomo suas propriedades quânticas. As hastes à esquerda fazem o acoplamento do átomo artificial com as ondas sonoras. [Imagem: Martin Gustafsson/Maria Ekstrom]
No entanto, em comparação com o comprimento de onda do som, o átomo artificial pode ser muito maior, o que significa que as suas propriedades podem ser melhor controladas. Por exemplo, pode-se projetar um átomo artificial para se acoplar apenas a determinadas frequências acústicas ou tornar a interação com o som extremamente forte.
A frequência utilizada no experimento foi de 4,8 gigahertz, perto das frequências de micro-ondas usadas nas redes sem fio - em termos musicais, isso fica cerca de 20 oitavas acima da nota mais alta de um piano.
Em frequências tão elevadas, o comprimento de onda do som se torna suficientemente curto para que possa ser guiado ao longo da superfície de um circuito integrado.
No mesmo chip, os pesquisadores colocaram um átomo artificial que mede 0,01 milímetro de comprimento e foi construído de um material supercondutor. O átomo recebe o som, é impactado por ele, eventualmente mudando seu comportamento e estado de energia, e responde de volta igualmente com som.
Átomo sonoro
Um átomo artificial é um aglomerado de átomos que se comporta como se fosse um só, o que os torna um dos tipos de qubits mais pesquisados pela computação quântica - existem também outros tipos de átomos artificiais, feitos de metamateriais.
Exatamente como os átomos individuais, o átomo artificial pode ser carregado eletricamente para emitir uma partícula, geralmente uma partícula de luz, ou fóton.
No experimento de ouvir o átomo, contudo, os pesquisadores projetaram-no para que ele fosse sensível às frequências sonoras - ondas de compressão - e respondesse igualmente emitindo "fótons" de energia de frequência mais baixa que a da luz.
Bibliografia:

Propagating phonons coupled to an artificial atom
Martin V. Gustafsson, Thomas Aref, Anton Frisk Kockum, Maria K. Ekstrom, Goran Johansson
Science
Vol.: Published Online
DOI: 10.1126/science.1257219

Designing frequency-dependent relaxation rates and Lamb shifts for a giant artificial atom
Anton Frisk Kockum, Per Delsing, Goran Johansson
Physical Review Letters
Vol.: 90, 013837
DOI: 10.1103/PhysRevA.90.013837

NOVA DESCOBERTA SOBRE A LUZ




Essa  interessante matéria, publicada na página www.inovacaotecnologica.com.br, traz curioso tema sobre a condição  da luz, que de um aspecto puramente energético, passa a ser vista com possibilidades de construção de moléculas de cristais de luz (“sólidas”) e mesmo até sua possível solidificação. Com um novo aparato, desenvolvido pelos cientistas Huan li  Mo li ,da Universidade Minessotta – EUA, pode-se  a medir a força de um único fóton - um sétimo de um trilionésimo de grama.
            Confira a matéria.
Luz é transportada mecanicamente
Redação do Site Inovação Tecnológica - 26/09/2014


Os fótons saltam de furo em furo conforme a gangorra oscila pela força deles próprios. [Imagem: Li et al. - 10.1038/nnano.2014.200]
Transporte mecânico da luz
A fronteira entre matéria e luz está ficando cada vez mais nebulosa.
Tudo começou quando cientistas começaram a construir moléculas e cristais de luz e até acenaram com a solidificação da luz.
A última novidade veio pelas mãos de Huan Li e Mo Li, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos.
Eles criaram um microdispositivo que demonstrou pela primeira vez a possibilidade do transporte mecânico da luz.
O aparelho captura, mede e então transporta as partículas fundamentais de luz, os fótons.
A estrutura, medindo 50 micrômetros de comprimento por 700 nanômetros de largura, funciona como uma gangorra. Nas extremidades, em lugar dos assentos, é feita uma série de minúsculos furos, cavidades onde ficam alojados cristais fotônicos, que capturam os fótons.
Embora as partículas de luz não tenham massa, elas exercem uma força óptica, permitindo-as acionar a gangorra. O aparato é sensível o suficiente para medir a força de um único fóton - um sétimo de um trilionésimo de grama.


A sequência de furos funciona como uma correia transportadora para os fótons. [Imagem: Li et al. - 10.1038/nnano.2014.200]
Gangorra de fótons
"Quando a gente encheu a cavidade no lado esquerdo com fótons e deixamos a cavidade do lado direito vazia, a força gerada pelos fótons começou a oscilar a gangorra. Quando a oscilação é forte o suficiente, os fótons podem se espalhar ao longo da linha de cavidades cheias até a linha de cavidades vazias," disse o professor Mo Li.
É esse movimento de vaivém que realiza o transporte mecânico dos fótons. O protótipo consegue transportar aproximadamente 1.000 fótons em cada ciclo de oscilação da gangorra.
"A capacidade para controlar mecanicamente o movimento dos fótons, em lugar de controlá-los com os caros e complicados dispositivos optoeletrônicos, pode representar um avanço significativo na tecnologia," disse Huan Li.
Por exemplo, pode ser possível desenvolver sensores micromecânicos ultrassensíveis para medir a aceleração em carros ou celulares, ou desenvolver novas técnicas para giroscópios.
A dupla agora planeja construir gangorras com mais furos de cada lado, de forma a transportar fótons em maior quantidade e a velocidades maiores.
Bibliografia:

Optomechanical photon shuttling between photonic cavities
Huan Li, Mo Li
Nature Nanotechnology
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nnano.2014.200

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

NOSSOS CHACRAS.

Entenda como flui a energia por nossos corpos, o que são os Chacras e como funcionam.


    


Ref. O vídeo foi publicado no Facebook na página dePaulo Palmer compartilhou o vídeo de Hermes Luz.

slrm

sábado, 31 de maio de 2014

MORTE: COMO SUPERAR A PERDA?


O programa da Rádio CBN, do Sistema Globo de Rádios, " No Divã do Gikovate", apresentou em seu tema um caso de depressão de um senhor de aproximadamente 50 anos, agravado pela perda inesperada por morte de sua esposa. A pessoa do problema já apresentava um histórico de depressão anterior, agravada pela dor da perda de sua esposa. Um caso difícil, sobre vários aspectos, tanto para o tratamento médico quanto psicológico, mas, que necessitam a intervenção imediata desses profissionais, que podem também contar o apoio sutil da Terapia Floral.    
O teor do assunto pode ser assistido no link abaixo, para entender depois as considerações que recomendo da Terapia Floral para casos semelhantes.

A Terapia Floral é um ótimo auxiliar nas situações emocionais e psicológicas que exigem tratamento, seja medicamentoso ou a abordagem conjugada medicação - psicoterapia. 
Os medicamentos florais, com sua ação sutil, auxiliam os processos de libertação interna dos traumas, facilitando a compreensão das perdas, bem como dos processos internos que levam a depressão, como no idoso, a diminuição da autoestima, a perda da atividade, sensação de abandono, redução da mobilidade e da capacidade mental, as perdas por morte em relações duradouras. 
Pode-se nestes casos, sugerir ,como apoio terapêutico ao tratamento médico ou psicológico:
Rescue Remedy (ING): Para restabelecer o controle, reduzir o desespero e agonia do sofrimento, durante e em seguida ao momento traumático, até que se faça uma melhor avaliação.
Star-of-Bethelehem (ING) : para a situação do trauma vivido e mesmo situações traumáticas anteriores.
MYOSOTIS / TAGETES [MG}: Para as perdas irreversíveis de entes queridos. Também par encontar o sentido da vida que parece perdido com a morte de alguém querido. 
MADRESSILVA /MILLEFOLIUM [MG]: Para buscar o entendiomento e aceitação da perda.
ANIL [MG]: Para a ceitação subjetiva da morte e do morrer.
LÁCRIMA/ LUCERIS e PASSIFLORA [MG]: para aceitar e compreender a continuidade da vida após presenciar seu desencarne.
EMERGENCIAL (SG) - Saint Germain: Para o momento de descontrole emocional, tristesa profunda, falta de referencial pela dor e perda repentina, trauma.
SAINT GERMAIN, GERÂNIO, BOM DIA, GOIABA, INCENSUM, PERPÉTUA, ALOE, GLOXINIA, ALLIUM, ARNICA SILVESTRI, PINHEIRO, LIBERTAÇÃO, COCOS, PECTUS, VITÓRIA, CHAPÉU DE SOL, IPÊ ROXO [SG]: Auxiliar nas depressões profundas, dá força e apoio energético a quem enfrenta situações desesperadoras.
CIDREIRA, VERBENA, SCORPIUS, GOIABA, MANGÍFERA, CANELA, GREVÍLEA, ALLIUM, CORONARIUM, LÍRIO DA PAZ, SÃO MIGUEL [SG]: Auxiliam no descanso da mente, favorecem o sono relaxante e reparador, proporcionando o trabalho interno de cura.
Outros florais podem ser individualizados e acrescentados de acordo com a necessidade pessoal de cada um, de forma a promover uma transição tranquila do estado ansioso, depressivo, doloroso da perda para a continuidade da vida e sua aceitação, dando potencial apoio às ações médicas e/ou psicológicas que o caso necessite.
Dr.SLuizR.Moreira