quarta-feira, 11 de abril de 2012

EXERCÍCIOS PARA O CÉREBRO - NEURÓBICA


ALGUNS EXERCÍCIOS QUE AUXILIAM O CÉREBRO.

 O cérebro como outras partes do nosso corpo necessita de treinamento constante para manter-se em forma. Da mesma forma que praticamos exercícios físicos para obter um corpo e uma imagem saudável, também necessitamos exercitar o cérebro para que possamos manter uma mente saudável. Esse treinamento cerebral pode ocorrer em qualquer idade, mas nas idades mais avançadas torna-se imprescindível para manter uma adequada função mental.
            A Neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia-a-dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina.                                    
O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam à reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá “bom dia”, mas que mexem com aspectos físicos, emocionais e mentais do nosso corpo.                                                                                                                                     
“São esses hábitos que ajudam a estimular a produção de nutrientes no cérebro desenvolvendo suas células e deixando-o mais saudável”, explica Mariuza Pregnolato, psicóloga especialista em análise comportamental e cognitiva, em matéria publicada no site: http://demodelando.wordpress.com/tag/neurociencia/ .
A finalidade da Neuróbica é oferecer ao cérebro experiências que fujam da rotina, com uma combinação de sentidos da visão, olfato, tato, paladar e audição, além das percepções de cunho emocional e social. Os exercícios da neuróbica buscam estimular o cérebro através dos cinco sentidos, buscando ativar o cérebro a formar associações em diferentes tipos de informações, dificultando uma área para promover a ativação de outras menos trabalhadas.
Algumas dicas para treinar:
Estimulando o cérebro através de exercícios que contrariem ações automáticas, obrigando-o a exercer um trabalho adicional.
1. Use o relógio de pulso no braço direito;
2. Ande pela casa de trás para frente;
3. Vista-se de olhos fechados;
4. Estimule o paladar, coma comidas diferentes;
5. Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em
     detalhes nos quais nunca tinha reparado;
6. Veja as horas num espelho;
7. Troque o mouse do computador de lado;
8. Escreva ou escove os dentes utilizando a mão esquerda – ou
     a direita, se for canhoto;
9. Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do
     habitual;
10. Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos,
       transformando-os em desafios para o seu cérebro;
11. Folheie uma revista e procure uma fotografia que lhe chame
       a atenção. Agora pense em 25 adjetivos que ache que
       descrevam a imagem ou o tema fotografado;
12. Quando for a um restaurante, tente identificar os   
  ingredientes que compõem o prato que escolheu e
  concentre-se nos sabores mais sutis. No final tire a     
  prova dos nove junto ao garçom ou chef.
13. Ao entrar numa sala onde estejam muitas pessoas, tente
       determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do
       lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala,
       feche os olhos e enumere-os;
14. Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase
       diferente utilizando as mesmas palavras;
15. Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer
       atividade que nunca tenha tentado antes.
16. Compre um quebra-cabeças e tente encaixar as peças
       corretas o mais rapidamente que conseguir,      
       cronometrando o tempo. Repita a operação e veja se
       progrediu;
17. Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no
       supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize
       técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de
       produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os    
       métodos são válidos;
18. Recorrendo a um dicionário, aprenda uma palavra nova
       todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas
       conversas que tiver;
19. Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar.
       Durante o dia escreva os pontos principais que se lembrar;
20. Ao ler uma palavra, pense em outras cinco que começam
        com a mesma letra;
21. A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça
       alguma atividade diferente com seu outro lado do corpo e
       estimule o seu cérebro. Se você é destro, que tal escrever
       com a outra mão? 
            O cérebro e a memória dependem também de algumas outras condições que não devemos esquecer, tais como exercícios saudáveis, uma alimentação balanceada, evitar as situações estressantes, reduzir ou abolir os vícios como tabagismo e ingestão de bebidas alcoólicas, manter uma atitude positiva que aumente a autoestima para que a memória funcione de forma amplificada.


slrm. 




segunda-feira, 9 de abril de 2012

USO DE DROGAS ANTIOBESIDADE NO MEIO UNIVERSITÁRIO É MOTIVO DE PREOCUPAÇÃO.

Matéria publicada no informativo médico Medical Service, em março de 2012, relata estudo publicado na Revista da Associação Médica Brasileira, de 12 de fevereiro de 2012, que traz a preocupante situação da utilização no meio universitário de drogas anitobesidade, especilamente sem indicação médica e sem obediências aos parametros necessário a condição de obesidade.

Veja o relato do estudo:
São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012
.
Objetivo: Avaliar o uso de drogas antiobesidade entre estudantes de uma universidade pública.

Métodos: Estudo transversal com amostra probabilística constituída por 664 universitários. Foram observadas variáveis socioeconômicas, antropométricas e uso das drogas. O índice de massa corpórea (IMC) e circunferência da cintura (CC) foram classificados segundo critérios da Organização Mundial de Saúde.

Resultados: Uso atual ou anterior de agentes antiobesidade foi referido por 6,8% dos estudantes. As anfetaminas e as aminas simpaticomiméticas (40,5%) foram as drogas mais usadas. Entre aqueles que referiram uso de agentes antiobesidade, 62,2% eram do sexo feminino. Apenas 31,1% das prescrições foram indicadas por médicos. As médias de IMC e CC foram maiores entre estudantes que referiram uso de tais drogas, mas 47% deles foram classificados como eutróficos pelo IMC, e 76,5% apresentavam medida de CC normal.

Conclusão: O uso de drogas antiobesidade se mostrou preocupante, principalmente pela elevada proporção de uso sem indicação ou prescrição médica.

Keywords: Agentes antiobesidade; uso de medicamentos; estudantes; prevalência.
Uso de drogas antiobesidade entre estudantes universitários - Revista da Associação Médica Brasileira;[online]. 2011, vol.57, n.5, pp. 570-576


Nova tecnologia eletrônica auxilia diabéticos no cálculo da dosagem de insulina.


Aplicativo gratuito facilita o controle do diabetes dos seus pacientes

A Sanofi acaba de lançar o Diamigo, um aplicativo gratuito para iPad, iPhone e iPod, que auxilia o seu paciente com diabetes a calcular automaticamente a dose de insulina necessária antes das refeições, bastando apenas mencionar os carboidratos e calorias ingeridos, bem como o fator de correção prescrito por você. O assistente de bolso conta com a tabela de carboidratos da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), permite registrar os horários do uso da insulina, os locais onde foram feitas as últimas aplicações, além de gerar um relatório periódico com o perfil do usuário, que pode ser compartilhado com você via e-mail. O objetivo é ajudar a garantir maior precisão no controle da glicemia de seus pacientes. Recomende

Descrição:
O DIAMIGO é o assistente de bolso para os pacientes com diabetes. É o primeiro aplicativo brasileiro, desenvolvido para a plataforma Apple, que sugere a dose de insulina rápida às refeições.


Fonte : Medical Service - Medical  News - Boletim de março de 2012.   
http://itunes.apple.com/us/app/diamigo/id514621252?ls=1&mt=8 

sábado, 7 de abril de 2012

NOVAS POSSIBILIDADES DE VIDA NA VIA LÁCTEA.

Alguns recentes estudos como o publicado no site abaixo, dão conta da possibilidade de existência de vida em planetas da Via Láctea, em planetas de estrutura rochosa que giram em torno de estrelas anãs mque possuem massa menor que a do nosso sol.
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vejam a matéria: 

 fonte:

Via Láctea conta com bilhões de planetas que podem ser habitáveis
De acordo com o estudo de uma equipe internacional de astrônomos, a Via Láctea contem dezenas de bilhões de planetas com estrutura rochosa que giram em torno das chamadas anãs- vermelhas, que são estrelas de massa menor que o sol. O estudo, que foi divulgado nesta quarta-feira, foi realizado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e contou com os dados obtidos pelo espectrógrafo Harps, também conhecido como “caçador de planetas”. Publicado em: 28 de março de 2012
De acordo com o estudo de uma equipe internacional de astrônomos, a Via Láctea contem dezenas de bilhões de planetas  com estrutura rochosa que giram em torno das chamadas anãs- vermelhas, que são estrelas de massa menor que o sol. O estudo, que foi divulgado nesta quarta-feira, foi realizado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e contou com os dados obtidos pelo espectrógrafo Harps, também conhecido como “caçador de planetas”.
Com as informações obtidas através do espectrógrafo, que foi instalado em um telescópio de 3,6 metros do observatório La Silla, no Chile, foi possível concluir que nas proximidades do Sistema Solar, é possível encontrar uma centena de “Super-Terra”, ou seja, planetas com a massa de uma a dez vezes superior ao nosso planeta.
"Cerca de 40% de todas as estrelas anãs-vermelhas têm uma Super-Terra orbitando em sua zona de habitabilidade, uma região que permite a existência de água líquida sobre a superfície do planeta", explicou o líder da equipe internacional, Xavier Bonfils.
De acordo com o astrônomo do Observatório de Ciências do Universo de Grenoble, na França, é possível dizer que “há dezenas de bilhões de planetas deste tipo só na nossa galáxia”, já que, a presença das anãs vermelhas é muito comum.
As observações foram feitas durante um período de seis anos no hemisfério sul levando em consideração uma amostra composta por 102 estelas anãs-vermelhas, e assim, os cientistas conseguiram detectar um total de nove Super-Terras.
Os astrônomos, neste período, estudaram a presença de diferentes planetas em torno das anãs-vermelhas e assim determinaram a frequência de Super-Terras, que atingiu a zona de habilidade de 41% em uma categoria que vai de 28% a 95%. A presenta de planetas gigantes, similares em massa a Jupter e Saturno, não são tão comuns ao redor das anãs-vermelhas, com presença de apenas 12%.
De acordo com Stéphane Udry, do Observatório de Genebra, "a zona de habitabilidade em torno de uma anã-vermelha, onde a temperatura é apta para a existência de água líquida na superfície, está mais perto da estrela do que no caso da Terra em relação ao Sol".
"Mas as anãs-vermelhas são conhecidas por estarem submissas a erupções estelares ou labaredas, o que inundaria o planeta de raios-X ou radiação ultravioleta: isso tornaria mais difícil a existência de vida", acrescentou.
Xavier Delfosse, do Instituto de Planetologia e Astrofísica de Grenoble, indicou que agora que se conhece a existência de muitas Super-Terras próximas, "espera-se que algum desses planetas passe em frente à sua estrela anfitriã durante sua órbita em torno desta".
"Isso abrirá a excitante possibilidade de estudar a atmosfera destes planetas e buscar sinais de vida", concluiu.

ASPIRINA PODE REDUZIR RISCO DE CANCER COLO RETAL.


A mensagem abaixo, publicada no site médico medcenter-medscape de 04 de abril de 2012, relata estudo alertando sobre a possibilidade da aspirina em dose de 600mg diários, em uso continuado, produzir efeito para reduzir o risco de câncer colorretal em pacientes com a Sindrome de Lynch.
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Veja o texto:

ALERTA Resultados do estudo CAPP2: a aspirina é capaz de reduzir o risco de câncer colorretal entre os pacientes com a Síndrome de Lynch  
A revista The Lancet publicou em sua edição online de 28 de outubro de 2011 os resultados do estudo CAPP2, que investigou o efeito do ácido acetilsalicílico na prevenção do câncer colorretal entre os pacientes com a Síndrome de Lynch. Tal condição – também conhecida como Neoplasia Colorretal Hereditária sem Polipose – é uma doença genética autossômica dominante que se relaciona com aproximadamente 3% dos casos de câncer colorretal e que também predispõe a algumas outras neoplasias tais como o câncer de esôfago e de pulmão, entre outros.
De acordo com os autores, liderados pelo Dr. John Burn do Institute of Genetic Medicine da Newcastle University em Newcastle, no Reino Unido, o efeito protetor da aspirina contra o câncer colorretal já havia sido verificado através de estudos observacionais, especialmente naqueles que avaliaram este fármaco na prevenção de doenças cardiovasculares. Segundo eles, o estudo CAPP2 (Colorectal Adenoma/carcinoma Prevention Programme) é “o primeiro ensaio clínico em larga escala geneticamente direcionado à quimioprevenção do câncer de cólon e reto entre os pacientes com a Síndrome de Lynch”.Os autores explicaram ainda que esta pesquisa avaliou 937 indivíduos de 43 centros de tratamento em todo o mundo durante mais 6 anos. Os pacientes foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos de tratamento: um recebeu aspirina e placebo; outro grupo recebia amido resistente ou placebo. O desfecho primário era a ocorrência de câncer colorretal e entre os desfechos secundários estava a ocorrência de adenomas colorretais ou outros tumores relacionados com a Síndrome de Lynch.
Os autores relataram que 40 pacientes desenvolveram câncer colorretal após o início do estudo (sendo 13 dos 342 no grupo da aspirina e 27 dos 329 do grupo placebo). A evidência de proteção contra esta neoplasia está relacionada com o tempo de uso da aspirina: hazard ratio de 0,63 com intervalo de confiança [IC] de 95% 0,35–1,13 (p=0,12) e 0,41 com IC de 95% 0,19–0,86 (p=0,02), nos dois primeiros anos de estudo e após esse período, respectivamente.
Os autores ressaltaram que o CAPP2 foi o primeiro estudo duplo-cego randomizado que investigou o papel da aspirina na prevenção do câncer colorretal entre os pacientes com predisposição hereditária, enfatizando que “os resultados são compatíveis com mais de duas décadas de observação da redução do risco de câncer colorretal entre os consumidores habituais de aspirina”. Eles destacaram ainda que: “estes achados suportam a hipótese de um efeito tardio desta medicação, através da demonstração da redução do risco desta neoplasia 3 a 4 anos após o início do seu uso regular”.
Os pesquisadores discutiram ainda que o mecanismo de ação da aspirina na prevenção deste tipo específico de câncer ainda permanece incerto, mas que parece pouco provável que ele possa ser atribuído à inibição do metabolismo da cicloxigenase.
O Dr. Burn declarou que “o que realmente ficou demonstrado foi que a aspirina apresenta efeito protetor contra o câncer colorretal, mas isso após alguns anos”. O pesquisador estima que existe aproximadamente 30.000 indivíduos com a Síndrome de Lynch no Reino Unido e que a prevenção côo o uso regular da aspirina poderia evitar o surgimento de 10.000 casos de câncer em 30 anos, salvando cerca de 1.000 vidas.
Os autores concluem que a utilização de 600mg diários de aspirina reduziu significativamente a incidência de câncer após 55,7 meses entre os pacientes portadores de câncer colorretal hereditário, mas que são necessários outros estudos. De acordo com o Dr. Burn e colaboradores, “estes achados fornecem a evidência necessária para recomendação do uso rotineiro da aspirina entre os pacientes com Síndrome de Lynch. O estudo CAPP3 irá para definir a dose ótima e o tempo de tratamento”.
Conflito de interesses: o pesquisador chefe recebeu honorários como palestrante em um workshop promovido pela Bayer no ano de 2010. Os demais autores declararam não possuírem conflitos de interesse.