Matéria publicada na revista Scientific American, Mente –Cérebro, nº. 230, ano XIX, www.mentecerebro.com.br, dão conta de pesquisa realizada pelo Instituto Allen de Ciências do Cérebro em Washington – EUA, coordenada pelo neurocientista Christof koch,e publicada na revista científica Nature, mostrando uma atividade elétrica aumentada significativamente na região da amígdala, quando fotos de animais são apresentadas aos observadores da pesquisa. O estudo mostra ainda que não há diferença na atividade elétrica da amígdala em relação ao animal apresentado ser pequeno, manso ou feroz, aparência inofensiva ou carnívoro de grande porte.
O inusitado da pesquisa é que pela primeira vez que se detecta esse tipo de atividade elétrica específica para animais na amígdala e que não ocorre em outras áreas cerebrais.
O estudo, segundo o pesquisador, foi desenvolvido para pessoas com epilepsia que apresentam hiperatividade em algumas regiões neurais e cuja área da amígdala, do hemisfério direito do cérebro, foi ativada frente à mostra de imagens de animais.



A causa específica dessa resposta ainda não foi esclarecida, mas o pesquisador acredita ser de origem evolucionária, já que a amígdala é ligada à percepção de ameaça.
Segundo Koch é a primeira vez que se detecta assimetria hemisférica em relação a uma estrutura cerebral específica.
Slrm.
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