sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

ESTUDO ALERTA SOBRE NEGLIGÊNCIA DOS PAÍSES NA VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA.



Importante trabalho publicado pelo International Federation of Pharmaceutical Manufacturers and Associations Influenza Vaccine Supply (IFPMA IVS) International Task Force, referente a um amplo estudo qualitativo e quantitativo sobre a aplicação  e controle,  em todo mundo, do controle vacinal (CV), referente à vacinação contra Influenza, conclui que: “se deve realizar um apelo às comunidades nacionais e internacionais de saúde pública para reavaliar seu compromisso político na prevenção anual contra influenza e para desenvolver uma abordagem sistemática para melhorar a distribuição da vacina de forma equitativa.”

 
As duas principais conclusões quantitativas da pesquisa foram a continuação de uma tendência negativa para a distribuição das doses na região do EURO e a perpetuação de diferenças consideráveis ​​na escala de distribuição das doses entre regiões da OMS, sem convergência observada nas taxas das doses distribuídas por 1.000 habitantes ao longo do tempo. As principais conclusões qualitativas da pesquisa foram o gerenciamento ativo do programa de vacinação em tempo real e a garantia do compromisso político para a vacinação como importantes facilitadores, considerando que o acesso insuficiente à vacinação e a falta de compromisso político com os programas de vacinação contra influenza sazonal contribuem para as falhas na vacinação. Em todas as regiões do mundo, a vacinação contra influenza sazonal é pouco utilizada como uma ferramenta de saúde pública. A pesquisa forneceu evidências de oportunidades perdidas para proteger as populações contra as doenças potencialmente graves associadas à influenza.
FONTE: MEDICAL SERVICE.
Autores: Palache A, Oriol-Mathieu V, Fino M, Xydia-Charmanta M; Influenza Vaccine Supply task force (IFPMA IVS).
Uma resenha de Seasonal influenza vaccine dose distribution in 195 countries (2004-2013): Little progress in estimated global vaccination coverage - Vaccine; 2015 Oct 13;33(42):5598-605

terça-feira, 10 de novembro de 2015

HOMEOPATIA NA ODONTOLOGIA: AGORA É ESPECIALIDADE.




Após o reconhecimento da HOMEOPATIA como especialidade odontológica, de acordo com a publicação no Diário Oficial da União, número 2012 – seção 1, página 362, ISSN 1677-7041, de sexta-feira, 06 de novembro de 2015, que oficializa a Resolução do Conselho Federal de Odontologia de nº160, de 02 de outubro de 2015,que em seu texto Reconhece a Acupuntura, a Homeopatia e a Odontologia do Esporte como especialidades odontológicas”, desejo prestar uma homenagem a algumas pessoas que foram da mais fundamental importância nos embates para esse reconhecimento.
Estarei citando aqui aqueles mais próximos de meu conhecimento, com quem compartilhei algumas jornadas e peço de antemão, perdão a muitos outros, que por meu desconhecimento ou esquecimento tenha omitido.
Independentemente de constarem nessa listagem, meu mais sincero abraço e felicitação a todos os Cirurgiões-dentistas-homeopatas desse país e a todos, dentistas ou não, que contribuíram de forma efetiva para que se atingisse esse resultado.  
Samuel Hahnemann, do plano em que esteja, certamente está feliz com essa vitória, por ver que sua causa se perpetuar.

Essa listagem se inicia pelos nome mais expoentes da Homeopatia na odontologia, seus primeiros arquitetos e desenvolvedores, a partir dos quais tudo se encaminhou para que se chegasse ao momento atual. 21 anos de lutas.
FELICIDADES E PARABÉNS A TODOS !
Minha mais sincera homenagem.
Sebastião Luiz Rodrigues Moreira.




Jussara s. Jorge Giorgi
Mário Sergio Jorge Giorgi
Hélio Sampaio Filho
Glória André Feighelstein
Rosy de Oliveira Nardy
Paulo Marcos Zelante
Sergio Bruzadelli Macedo
Célia Lulo Galitesi
Acir José Dirschanabel
Acir Leo Polcanoni
Alzira Nunes
    Ana Paula Rocha Torres
Ana Paula Rolo Fachada
Andrea Padre
Andréa Pereira de Moraes
Angélica B. G. Pinto
Augusto César Almeida de Carvalho
Beatriz Domingues Miranda da Silva
Daniela de Azeredo Monteiro
Dionísia Matos Cataldo  
Eduardo Sezanes Cezimbra
Edvaldo Barbosa da Silva
Ellen Rose Bundzman
Érica da Silva Rocha
Fabiana E. Dreschez
Fabíola Angelita Martins
Geraldo Augusto Brown Ribeiro
Geraldo Pessanha dos Santos
Gricia da Silva Rocha  Varella
Isac Mariano Corrêa Filho
Isolda Maciel Couto
Ivan Zanata
Jaqueline L. Albuquerque
Juliana Chaves Castilho
Juliana Henriques Martins
Lúcia Maria Rodrigues Santos
Luciana Silva Rosa
Marcela Ventura
Marcia Moitrel Pequeno da Silva
Márcia Regina D’acri Peluzo
Margarida Barbosa Argenta
Maria Cláudia Ganem Dias
Maria Inês Cruz Campos
Maria José Carvas Pedro
Maria Leonora Veras de Mello
Maria Thereza Alegria
Marisa Brisa
Marli Cristina Pereira
Melissa Eötvös Cunha de Oliveira
Neusa da Conceição Andrade
Newton Nogueira
Paulo Ricardo Gomes da Silveira
Raquel Candia Pederssen
Rebeca Chapermann
Regina Célia Lulo
Regina Celia Coeli Barbosa
Roberta Barcelos
Romeu Luiz de Paula
Rosa Maria Pereira Leite
Rosana Batista da Costa Gomes
Rosângela Úrsula da C. Fonseca Dutra
Rubens Garavello Machado
Sebastião D. Santos Filho
Sheila Heilbuth Barreto
Simone Godefroy Soares Freitas   
Tânia Drehmer
Tânia Margareth Terra Rebello
Tânia Regina  Santos
Wania Trajano

terça-feira, 19 de maio de 2015

SUPERMERCADOS FAZEM ENGORDAR?



Supermercados deixam os adultos mais gordos


Nos países desenvolvidos e emergentes, a mudança quanto à compra de alimentos nos supermercados muda os hábitos alimentares das pessoas e pode levar ao aumento de peso nos adultos. Este é o resultado de um estudo realizado por pesquisadores alemães publicado na revista “Public Health Nutrition”.
Cientistas da Universidade de Goettingen analisaram dados de 450 famílias de diversas cidades no Quênia, com e sem supermercado. Além de coletar informações detalhadas sobre o comportamento dos consumidores, os pesquisadores também mediram a altura e o peso das pessoas de cada família.
O estudo confirmou que a compra de alimentos em supermercados contribui para alterações nos hábitos alimentares. “As pessoas que fazem compras em supermercados comem mais alimentos processados e têm maior ingestão de calorias; têm uma probabilidade 13 por cento maior de sobrepeso ou obesidade do que as pessoas que compram seus alimentos em pontos de venda tradicionais”, explicaram os líderes do estudo Matin Qaim e Stephan Klasen.
As análises mostraram que é mais barato comprar calorias em um supermercado do que em lojas tradicionais. No entanto, isso tem um efeito positivo nas crianças e adolescentes, já que a compra em supermercados reduz o nível de subnutrição deles. Portanto, dependendo da condição inicial, essa mudança pode ser positiva e também negativa, concluíram os pesquisadores.




FONTE:
UNIVADIS – MEDICINA
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VACINA TRÍPLICE E RISCOS PARA AUTISMO.



Nenhuma associação encontrada entre a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e o autismo, mesmo entre crianças sob maior risco
Apesar de diversos estudos terem mostrado que não há ligação entre a vacina tríplice viral (VTV) e os distúrbios do espectro do autismo, pais e outras pessoas continuam a fazer essa associação. Um novo estudo examinou se a VTV estava associada com um risco aumentado de distúrbios do espectro do autismo, especialmente em crianças cujos irmãos mais velhos já tinham um diagnóstico de autismo.
Embora as pesquisas mostrem que não há ligação entre a vacina tríplice viral (VTV) e os distúrbios do espectro do autismo (autism spectrum disorders, ASD), as crenças de que a vacina causa o autismo persistem, levando a níveis de vacinação mais baixos. Principalmente pais que já têm um filho com ASD costumam ser mais desconfiados da vacinação.
Estudo com ampla amostragem, realizado com 95.727 crianças com irmão mais velhos, apenas 1,04% foram diagnosticadas com  ASD ((autism spectrum disorders, ASD) , 2,01 % tinham um irmão mais velho com ASD. Dos que possuíam um irmão mais velho com ASD e também tinham ASD, apresentaram-se apenas 6,9%, contra 0,9% de irmãos não afetados.
O recebimento da vacina VTV não foi associado com um risco aumentado de ASD em nenhuma idade. Para crianças com irmãos mais velhos com ASD, aos 2 anos de idade, o risco relativo (RR) ajustado de ASD para uma dose de VTV vs. nenhuma vacinação foi de 0,76 (IC de 95%: 0,49-1,18; P = 0,22), e aos 5 anos, o RR de ASD para duas doses comparado com nenhuma vacinação foi de 0,56 (IC de 95%: 0,31-1,01; P = 0,052). Para crianças cujos irmãos mais velhos não tinham ASD, aos 2 anos de idade, o RR ajustado de ASD para uma dose foi de 0,91 (IC de 95%: 0,67-1,20; P = 0,50) e aos 5 anos, o RR de ASD para duas doses foi de 1,12 (IC de 95%: 0,78-1,59; P = 0,55).
Conclusões e relevância Nesta ampla amostragem de crianças com plano de saúde particular com irmãos mais velhos, o recebimento da VTV não foi associado com risco aumentado de ASD, independentemente de irmãos mais velhos com ASD. Esses achados indicam que não há associação prejudicial entre o recebimento da VTV e os ASD mesmo entre crianças que já estejam sob maior risco de ASD.
Fonte:
UNIVADIS-MEDICAL
Jain A, Marshall J, Buikema A, et al. Autism occurrence by MMR vaccine status among us children with older siblings with and without autism. JAMA. 2015;313(15):1534-1540.
2014 American Medical Association.