sábado, 31 de maio de 2014

MORTE: COMO SUPERAR A PERDA?


O programa da Rádio CBN, do Sistema Globo de Rádios, " No Divã do Gikovate", apresentou em seu tema um caso de depressão de um senhor de aproximadamente 50 anos, agravado pela perda inesperada por morte de sua esposa. A pessoa do problema já apresentava um histórico de depressão anterior, agravada pela dor da perda de sua esposa. Um caso difícil, sobre vários aspectos, tanto para o tratamento médico quanto psicológico, mas, que necessitam a intervenção imediata desses profissionais, que podem também contar o apoio sutil da Terapia Floral.    
O teor do assunto pode ser assistido no link abaixo, para entender depois as considerações que recomendo da Terapia Floral para casos semelhantes.

A Terapia Floral é um ótimo auxiliar nas situações emocionais e psicológicas que exigem tratamento, seja medicamentoso ou a abordagem conjugada medicação - psicoterapia. 
Os medicamentos florais, com sua ação sutil, auxiliam os processos de libertação interna dos traumas, facilitando a compreensão das perdas, bem como dos processos internos que levam a depressão, como no idoso, a diminuição da autoestima, a perda da atividade, sensação de abandono, redução da mobilidade e da capacidade mental, as perdas por morte em relações duradouras. 
Pode-se nestes casos, sugerir ,como apoio terapêutico ao tratamento médico ou psicológico:
Rescue Remedy (ING): Para restabelecer o controle, reduzir o desespero e agonia do sofrimento, durante e em seguida ao momento traumático, até que se faça uma melhor avaliação.
Star-of-Bethelehem (ING) : para a situação do trauma vivido e mesmo situações traumáticas anteriores.
MYOSOTIS / TAGETES [MG}: Para as perdas irreversíveis de entes queridos. Também par encontar o sentido da vida que parece perdido com a morte de alguém querido. 
MADRESSILVA /MILLEFOLIUM [MG]: Para buscar o entendiomento e aceitação da perda.
ANIL [MG]: Para a ceitação subjetiva da morte e do morrer.
LÁCRIMA/ LUCERIS e PASSIFLORA [MG]: para aceitar e compreender a continuidade da vida após presenciar seu desencarne.
EMERGENCIAL (SG) - Saint Germain: Para o momento de descontrole emocional, tristesa profunda, falta de referencial pela dor e perda repentina, trauma.
SAINT GERMAIN, GERÂNIO, BOM DIA, GOIABA, INCENSUM, PERPÉTUA, ALOE, GLOXINIA, ALLIUM, ARNICA SILVESTRI, PINHEIRO, LIBERTAÇÃO, COCOS, PECTUS, VITÓRIA, CHAPÉU DE SOL, IPÊ ROXO [SG]: Auxiliar nas depressões profundas, dá força e apoio energético a quem enfrenta situações desesperadoras.
CIDREIRA, VERBENA, SCORPIUS, GOIABA, MANGÍFERA, CANELA, GREVÍLEA, ALLIUM, CORONARIUM, LÍRIO DA PAZ, SÃO MIGUEL [SG]: Auxiliam no descanso da mente, favorecem o sono relaxante e reparador, proporcionando o trabalho interno de cura.
Outros florais podem ser individualizados e acrescentados de acordo com a necessidade pessoal de cada um, de forma a promover uma transição tranquila do estado ansioso, depressivo, doloroso da perda para a continuidade da vida e sua aceitação, dando potencial apoio às ações médicas e/ou psicológicas que o caso necessite.
Dr.SLuizR.Moreira

quarta-feira, 14 de maio de 2014

RELATÓRIO DA OMS MOSTRA REDUÇÃO DOS ÓBITOS DE MULHERES GRÁVIDAS NO MUNDO.


Os falecimentos de mulheres grávidas diminuíram para quase a metade em todo o mundo nos últimos 25 anos, mas ainda produzem a morte de mais de 250 milhões de pessoas a cada ano, segundo um novo estudo publicado.

Em 1990 mais de 500.000 mulheres morreram durante a gravidez e o parto,  enquanto que no último ano cerca de 289.000 mulheres perderam suas vidas durante a gravidez. Uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde mostra que as mulheres no século XXI agora são mais vulneráveis quando têm problemas de saúde existentes quando ficam grávidas. Estes problemas compreendem diabetes, obesidade, infecção pelo HIV e paludismo. Os valores e a análise foram publicadas hoje no The Lancet Global Health. O relatório assinala que a África subsaariana continua sendo a região com mais risco para as mulheres grávidas, mas outros dois países, Ruanda e Guiné Equatorial, reduziram 75% as taxas de mortalidade  nos últimos 25 anos. Os valores mais altos de mortes maternas se observaram na Índia - 50.000 por ano - e na Nigéria onde apresentam 40.000 por ano junto com a República do Congo, onde ocorrem 21.000 falecimentos, e Etiópia onde apresentam 13.000 mortes por ano. Países como a Indonésia, Paquistão, Tanzânia, Quênia, China e Uganda apresentam mais de 5000 mortes por ano.

Kate Gilmore, do Fundo para a População das Nações Unidas disse: «mais de 15 milhões de meninas de 15 a 19 anos dão a luz a cada ano -uma em cada cinco meninas antes de fazer 18 anos -e muitos destas gravidezes se devem a sexo não consentido. «As intervenções relativamente simples e bem conhecidas, como os serviços de obstetrícia e a prevenção e a resposta à violência doméstica, podem contribuir significativamente se forem incrementados e adicionados com os investimentos em inovações, sobretudo no campo dos anticoncepcionais».

Fonte: doctors.net.uk

UMA BOA NOTÍCIA PARA O POSSÍVEL CONTROLE DO CÂNCER ENDOMETRIAL.



Um achado chave em relação ao câncer endometrial


            Uma boa notícia na área de saúde foi divulgada por equipe de pesquisadores da Universidade Nacional Yang-Ming em Taipei, China, que descobriram que os carcinomas endometriais têm concentrações mais altas de uma proteína chamada neuromedina U, ou NMU, que mostrou desempenhar um papel na contração muscular, regulando a pressão arterial e o apetite. Quando se suprimiu o gene da NMU, as células cancerosas de grande malignidade cresceram com mais lentidão e lhes resultava mais difícil mover-se, o qual poderia reduzir o risco de sua disseminação para outras partes do organismo.
            As formas invasivas de câncer endometrial estão vinculadas a altas concentrações dessa proteína relacionada com o apetite e a pressão arterial, conforme  pesquisa que foi apresentada em 6 maio 2014 no Congresso Europeu de Endocrinologia,em Wroclow, Polônia.
O câncer do endométrio afeta 98.000 mulheres na Europa, a maioria de mais de 55 anos. Dos três graus de câncer endometrial, os de grau 3 (grande malignidade) são os mais invasivos e têm mais probabilidades de disseminar-se.
            De acordo com o principal pesquisador Ting-Yu Lin, o achado poderá permitir aos pesquisadores retardar o avanço invasivo do câncer endometrial:
“Nossos resultados mostram que as altas concentrações de NMU nas células de câncer endometrial poderiam manter a capacidade de metástase», disse. «Isto não demonstra que a NMU faça com que os carcinomas endometriais de grau 1 avancem para a etapa de grau 3 mas nos esclarece uma das causas potenciais da invasividade”.
“Se podemos utilizar a NMU como um alvo de tratamento nos carcinomas endometriais de grande malignidade, poderemos retardar o grau de avanço do câncer. Isto poderia salvar vidas”.
fonte: Doctors Net UK / MED

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Exercício para a ativação do chacra frontal.

Um exercício simples para a ativação do que é denominado "terceiro olho", uma visão ampliada do estado de consciência. Basta olhar a imagem do vídeo atentamente em seguida fechado os olhos imaginar sua sequencia. Não há nenhum segredo ou método. Apenas mantenha-se relaxado e deixe fluir... Faça com frequência para atingir os resultados.

https://www.youtube.com/watch?v=8RkWNi3j2uk


quinta-feira, 17 de abril de 2014

UMA ANIMAÇÃO INTERESSANTE SOBRE O COMPORTAMENTO OBSESSIVO.

A animação cujo link é fornecido ao final deste texto é uma publicação de VIDEOS BLOG. BR, abordando o tema da obsessão, sendo bastante ilustrativo no que diz respeito á compulsão incontrolável e os rituais repetitivos. Abaixo, uma explicação sobre o que é o Transtorno Obsessivo compulsivo, conhecido como TOC, retirado da página da internet ABC da SAÚDE, em: http://www.abcdasaude.com.br .

TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO
O que é?
É uma doença em que o indivíduo apresenta obsessões e compulsões, ou seja, sofre de idéias e/ou comportamentos que podem parecer absurdos ou ridículos para a própria pessoa e para os outros e mesmo assim são incontroláveis, repetitivas e persistentes. A pessoa é dominada por pensamentos desagradáveis de natureza sexual, religiosa, agressiva entre outros, que são difíceis de afastar de sua mente, parecem sem sentido e são aliviados temporariamente por determinados comportamentos.
As obsessões são pensamentos recorrentes caracterizados por serem desagradáveis, repulsivos e contrários à índole do paciente. Tais pensamentos não são controláveis pelos próprios pacientes e causam significativa perda de tempo, sofrimento pessoal e queda no rendimento em atividades. Há perda do controle sobre os pensamentos, e às vezes ocorrem atitudes ou comportamentos que visam neutralizar a ansiedade causada por tais pensamentos. Assim, compulsões podem ocorrer secundariamente às obsessões.
As compulsões são comportamentos, gestos, rituais ou atitudes muitas vezes iguais e repetitivas, conscientes e quase sempre incontroláveis. Os pacientes mantêm a crítica sobre suas atitudes, percebem o fato como absurdo e não sabem ou não entendem o que está acontecendo. Têm medo de ficar loucos e sentem vergonha de contar a outras pessoas, ou até mesmo a um médico o que está acontecendo.
Acomete 2 a 3% da população geral. A idade média de início costuma ser por volta dos 20 anos, porém pode ter início ainda na infância, e acomete tanto homens como mulheres. Depressão Maior e Fobia Social são doenças que podem acometer os pacientes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo ao longo da vida.
O que se sente?
Freqüentemente as pessoas acometidas por este transtorno escondem de amigos e familiares essas idéias e comportamentos, tanto por vergonha quanto por terem noção do absurdo das exigências auto-impostas. Muitas vezes desconhecem que esses problemas fazem parte de um quadro psiquiátrico tratável e cada vez mais responsivo à medicamentos específicos e à psicoterapia. As obsessões tendem a aumentar a ansiedade da pessoa ao passo que a execução de compulsões a reduz. Porém, se uma pessoa resiste a realizacão de uma compulsão ou é impedida de fazê-la surge intensa ansiedade. A pessoa percebe que a obsessão é irracional e a reconhece como um produto de sua mente, experimentando tanto a obsessão quanto a compulsão como algo fora de seu controle e desejo, o que causa muito sofrimento. Pode ser um problema incapacitante porque as obsessões podem consumir tempo (muitas horas do dia) e interferirem significativamente na rotina normal do indivíduo, no seu trabalho, em atividades sociais ou relacionamentos com amigos e familiares. Algumas vezes os sintomas obsessivos, dependendo da severidade, podem se confundir com sintomas psicóticos e delirantes, ou estarem associados a eles, o que torna o tratamento ainda mais difícil.
Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico é clínico, ou seja, baseado nos sintomas do paciente. Nenhum exame laboratorial ou de imagem é utilizado para o diagnóstico.
Como se trata?
O tratamento deve ser individualizado, dependendo das características e da gravidade dos sintomas que o paciente apresenta. Em linhas gerais, contudo, utiliza-se a psicoterapia de orientação dinâmica ou cognitivo-comportamental associada com tratamento farmacológico (antidepressivos) em doses bem elevadas. Em casos resistentes às terapias convencionais e naqueles em que há a concomitância com sintomas delirantes, a associação com medicações antipsicóticas pode ser feita com melhor resposta.
FONTE|:ABC DA SAÚDE disponível na internet em: 
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?145  

VÍDEO : COMPORTAMENTO OBSESSIVO - ANIMAÇÃO PARA REFLETIR
CLIQUE NA URL ABAIXO.