sábado, 7 de abril de 2012

NOVAS POSSIBILIDADES DE VIDA NA VIA LÁCTEA.

Alguns recentes estudos como o publicado no site abaixo, dão conta da possibilidade de existência de vida em planetas da Via Láctea, em planetas de estrutura rochosa que giram em torno de estrelas anãs mque possuem massa menor que a do nosso sol.
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vejam a matéria: 

 fonte:

Via Láctea conta com bilhões de planetas que podem ser habitáveis
De acordo com o estudo de uma equipe internacional de astrônomos, a Via Láctea contem dezenas de bilhões de planetas com estrutura rochosa que giram em torno das chamadas anãs- vermelhas, que são estrelas de massa menor que o sol. O estudo, que foi divulgado nesta quarta-feira, foi realizado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e contou com os dados obtidos pelo espectrógrafo Harps, também conhecido como “caçador de planetas”. Publicado em: 28 de março de 2012
De acordo com o estudo de uma equipe internacional de astrônomos, a Via Láctea contem dezenas de bilhões de planetas  com estrutura rochosa que giram em torno das chamadas anãs- vermelhas, que são estrelas de massa menor que o sol. O estudo, que foi divulgado nesta quarta-feira, foi realizado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e contou com os dados obtidos pelo espectrógrafo Harps, também conhecido como “caçador de planetas”.
Com as informações obtidas através do espectrógrafo, que foi instalado em um telescópio de 3,6 metros do observatório La Silla, no Chile, foi possível concluir que nas proximidades do Sistema Solar, é possível encontrar uma centena de “Super-Terra”, ou seja, planetas com a massa de uma a dez vezes superior ao nosso planeta.
"Cerca de 40% de todas as estrelas anãs-vermelhas têm uma Super-Terra orbitando em sua zona de habitabilidade, uma região que permite a existência de água líquida sobre a superfície do planeta", explicou o líder da equipe internacional, Xavier Bonfils.
De acordo com o astrônomo do Observatório de Ciências do Universo de Grenoble, na França, é possível dizer que “há dezenas de bilhões de planetas deste tipo só na nossa galáxia”, já que, a presença das anãs vermelhas é muito comum.
As observações foram feitas durante um período de seis anos no hemisfério sul levando em consideração uma amostra composta por 102 estelas anãs-vermelhas, e assim, os cientistas conseguiram detectar um total de nove Super-Terras.
Os astrônomos, neste período, estudaram a presença de diferentes planetas em torno das anãs-vermelhas e assim determinaram a frequência de Super-Terras, que atingiu a zona de habilidade de 41% em uma categoria que vai de 28% a 95%. A presenta de planetas gigantes, similares em massa a Jupter e Saturno, não são tão comuns ao redor das anãs-vermelhas, com presença de apenas 12%.
De acordo com Stéphane Udry, do Observatório de Genebra, "a zona de habitabilidade em torno de uma anã-vermelha, onde a temperatura é apta para a existência de água líquida na superfície, está mais perto da estrela do que no caso da Terra em relação ao Sol".
"Mas as anãs-vermelhas são conhecidas por estarem submissas a erupções estelares ou labaredas, o que inundaria o planeta de raios-X ou radiação ultravioleta: isso tornaria mais difícil a existência de vida", acrescentou.
Xavier Delfosse, do Instituto de Planetologia e Astrofísica de Grenoble, indicou que agora que se conhece a existência de muitas Super-Terras próximas, "espera-se que algum desses planetas passe em frente à sua estrela anfitriã durante sua órbita em torno desta".
"Isso abrirá a excitante possibilidade de estudar a atmosfera destes planetas e buscar sinais de vida", concluiu.

ASPIRINA PODE REDUZIR RISCO DE CANCER COLO RETAL.


A mensagem abaixo, publicada no site médico medcenter-medscape de 04 de abril de 2012, relata estudo alertando sobre a possibilidade da aspirina em dose de 600mg diários, em uso continuado, produzir efeito para reduzir o risco de câncer colorretal em pacientes com a Sindrome de Lynch.
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Veja o texto:

ALERTA Resultados do estudo CAPP2: a aspirina é capaz de reduzir o risco de câncer colorretal entre os pacientes com a Síndrome de Lynch  
A revista The Lancet publicou em sua edição online de 28 de outubro de 2011 os resultados do estudo CAPP2, que investigou o efeito do ácido acetilsalicílico na prevenção do câncer colorretal entre os pacientes com a Síndrome de Lynch. Tal condição – também conhecida como Neoplasia Colorretal Hereditária sem Polipose – é uma doença genética autossômica dominante que se relaciona com aproximadamente 3% dos casos de câncer colorretal e que também predispõe a algumas outras neoplasias tais como o câncer de esôfago e de pulmão, entre outros.
De acordo com os autores, liderados pelo Dr. John Burn do Institute of Genetic Medicine da Newcastle University em Newcastle, no Reino Unido, o efeito protetor da aspirina contra o câncer colorretal já havia sido verificado através de estudos observacionais, especialmente naqueles que avaliaram este fármaco na prevenção de doenças cardiovasculares. Segundo eles, o estudo CAPP2 (Colorectal Adenoma/carcinoma Prevention Programme) é “o primeiro ensaio clínico em larga escala geneticamente direcionado à quimioprevenção do câncer de cólon e reto entre os pacientes com a Síndrome de Lynch”.Os autores explicaram ainda que esta pesquisa avaliou 937 indivíduos de 43 centros de tratamento em todo o mundo durante mais 6 anos. Os pacientes foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos de tratamento: um recebeu aspirina e placebo; outro grupo recebia amido resistente ou placebo. O desfecho primário era a ocorrência de câncer colorretal e entre os desfechos secundários estava a ocorrência de adenomas colorretais ou outros tumores relacionados com a Síndrome de Lynch.
Os autores relataram que 40 pacientes desenvolveram câncer colorretal após o início do estudo (sendo 13 dos 342 no grupo da aspirina e 27 dos 329 do grupo placebo). A evidência de proteção contra esta neoplasia está relacionada com o tempo de uso da aspirina: hazard ratio de 0,63 com intervalo de confiança [IC] de 95% 0,35–1,13 (p=0,12) e 0,41 com IC de 95% 0,19–0,86 (p=0,02), nos dois primeiros anos de estudo e após esse período, respectivamente.
Os autores ressaltaram que o CAPP2 foi o primeiro estudo duplo-cego randomizado que investigou o papel da aspirina na prevenção do câncer colorretal entre os pacientes com predisposição hereditária, enfatizando que “os resultados são compatíveis com mais de duas décadas de observação da redução do risco de câncer colorretal entre os consumidores habituais de aspirina”. Eles destacaram ainda que: “estes achados suportam a hipótese de um efeito tardio desta medicação, através da demonstração da redução do risco desta neoplasia 3 a 4 anos após o início do seu uso regular”.
Os pesquisadores discutiram ainda que o mecanismo de ação da aspirina na prevenção deste tipo específico de câncer ainda permanece incerto, mas que parece pouco provável que ele possa ser atribuído à inibição do metabolismo da cicloxigenase.
O Dr. Burn declarou que “o que realmente ficou demonstrado foi que a aspirina apresenta efeito protetor contra o câncer colorretal, mas isso após alguns anos”. O pesquisador estima que existe aproximadamente 30.000 indivíduos com a Síndrome de Lynch no Reino Unido e que a prevenção côo o uso regular da aspirina poderia evitar o surgimento de 10.000 casos de câncer em 30 anos, salvando cerca de 1.000 vidas.
Os autores concluem que a utilização de 600mg diários de aspirina reduziu significativamente a incidência de câncer após 55,7 meses entre os pacientes portadores de câncer colorretal hereditário, mas que são necessários outros estudos. De acordo com o Dr. Burn e colaboradores, “estes achados fornecem a evidência necessária para recomendação do uso rotineiro da aspirina entre os pacientes com Síndrome de Lynch. O estudo CAPP3 irá para definir a dose ótima e o tempo de tratamento”.
Conflito de interesses: o pesquisador chefe recebeu honorários como palestrante em um workshop promovido pela Bayer no ano de 2010. Os demais autores declararam não possuírem conflitos de interesse.

sexta-feira, 16 de março de 2012

O site de informações médicas DR. Teuto, publicou em 21 dezembro de 2011, matéria alertando médicos e profissionais de saúde para casos de uma nova doença, descoberta por pesquisadores da Universidade de Gotermburgo – Suécia,  que pode ser transmitida por mosquito e ratos e que pode levar o paciente a sofrer problemas de trombose além de outras quadros capazes de debilitar e inclusive levar à óbito.
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Veja a matéria:
Cientistas suecos descobrem nova doença transmitida por mosquitos.
Há dois anos, pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, começaram a estudar um caso curioso de trombose apresentado por um homem de 77 anos, internado após um passeio de caiaque em um rio no oeste do país.
Além da constatação de trombose, o paciente apresentou diarreia, febre e perda de consciência temporária. Liberado depois de tratamentos convencionais com antibióticos, as internações se repetiram, o que chamou a atenção dos cientistas.
Eles resolveram examinar o sangue do idoso e o DNA identificado foi localizado em um banco de dados genético como sendo da bactéria Neoehrlichia mikurensis, descoberta em 2004 em ratos e pernilongos na ilha de Mikura, no Japão.
Desde então, oito pessoas pelo mundo já foram detectados com a infecção, três delas na Suécia. Para os cientistas, a nova doença pode trazer complicações mais graves em pacientes com o sistema imunológico bastante debilitado, graças à ocorrência de trombose, que pode ser potencialmente fatal.
Outra preocupação também é com o crescimento do número de casos, caso os médicos ao redor do mundo não aprendam a identificar a nova doença com agilidade.
FONTE:

LINGUGEM CORPORAL: O QUE ELA SIGNIFICA PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE

A linguagem corporal é umas das ferramentas de comunicação humana que já recebeu diversos estudos por especialistas na área do comportamento. Ela reflete muitas vezes aspectos emocionais que são encobertos ou passam despercebidos na comunicação verbal.
O profissional de saúde aprende desde cedo a observar determinadas característica corporais, como tics, gestual, posição do corpo, etc. como formas expressivos daquela pessoa que podem sugerir estados que, numa consulta, não se apresentem claramente na exposição dos sintomas.
Entretanto essa comunicação corporal é uma via de mão dupla, pois tanto pode representar posições do paciente para o médico, como seu inverso.
É sobre esse interessante assunto que transcrevo a matéria publica no site Dr. Teuto, http://www.drteuto.com.br/post/1001+O+corpo+dos+m%C3%A9dicos+tamb%C3%A9m+fala , que nos dá uma idéia sobre como podem os profissionais de saúde expressar-se não verbalmente através do corpo.
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Veja a abaixo a transcirção:



O CORPO DOS MÉDICOS TAMBÉM FALA?

Com a mercantilização da medicina, as consultas se tornaram cada vez mais rápidas e os médicos, menos atentos. Isso não é novidade e já vem sido corrigido há anos. Desde o começo do curso, as faculdades de medicina enfatizam o ensino da habilidade de boa comunicação. Se comunicar bem não é somente falar alto e em bom tom, mas, especialmente no caso da medicina, é se fazer entender pelo paciente, ou seja, utilizar uma linguagem acessível e permitir que o paciente interaja e tire dúvidas.

Todavia, existe outro aspecto da comunicação médica que passou despercebido e vem sido pesquisada nos últimos anos: a comunicação não-verbal - os gestos sutis, um olhar, um cruzar de braços. Por timidez, sobrecarga do trabalho ou diferenças culturais, são corriqueiras as cenas de médicos que desviam o olhar, cruzam os braços ou gesticulam excessivamente.

Estudo recente publicado no Journal of General Internal Medicine analizou as interações entre um grupo de médicos de Atenção Primária e pacientes idosos. No grupo dos idosos, especificamente, a comunicação não-verbal desempenha um papel ainda maior, porque há dificuldades de linguagem e audição. Essa pesquisa revelou também que médicos negros tinham contradições de comunicação com pacientes brancos, como sorrisos prolongados durante conversas sérias ou braços cruzados. Esse tipo de fato é especialmente presente nos EUA, onde ainda há muito preconceito racial.

Outro grupo no qual também se vê conflitos de comunicação é entre médicas do sexo feminino e pacientes masculinos. Devido ao machismo, o viés de gênero (assim como o racial) se expressa muito mais facilmente através dos gestos, pois as pessoas tendem a amenizar essas dificuldades na comunicação verbal, mas na não-verbal esse comportamente não é controlado conscientemente.

Na situação de fragilidade deixada pela doença, os pacientes se sentem vulneráveis e buscam pistas nos gestos do médico. Se um médico está conversando com o paciente, mas olha constantemente para o prontuário, ele vai desconfiar se o médico realmente tem segurança daquelas informações que está passando. Por isso mesmo é que a comunicação não-verbal deve ser cada vez mais abordada no ensino da relação médico-paciente. Entretanto, os pesquisadores do tema acreditam que será uma tarefa desafiadora: há poucos estudos na área e poucos professores são treinados para repassar esse conhecimento. Além disso, como medir e calcular as nuances e complexidades das relações entre as pessoas?!

Se você já enfrentou dificuldades de comunicação com seus pacientes, compartilhe conosco!

NOVO TRTATAMENTO CONTRA CÂNCER DESENVOLVIDO EM ISRAEL.

Pesquisa cientifica em Israel utiliza nova tecnologia que pode vir a tornar-se uma nova e mais poderosa arma no combate ao câncer, utilizando micro agulha introduzida no tumor, facilitando sua destruição, com efeitos colaterais muito menores que da radio e quimioterapia. É o assunto da matéria publicada no Ciência  e tecnologia  do JB. Veja o link abaixo:

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Israel desenvolve novo tratamento contra câncer